Ao contrário dos Saints, Falcons dizem “amar” serem mandantes fora de casa

Kevin Stefanski está em sua primeira temporada à frente do Atlanta Falcons Foto: Victor Francisco / Salão Oval

Em Paris, o general manager do New Orleans Saints, Mickey Loomis, disse gostar dos jogos internacionais, mas deixou claro que não gosta de abrir mão de uma partida em casa e prefere jogar como visitante. Em Madri, o Atlanta Falcons pensa diferente. Mandante do jogo contra o Cincinnati Bengals neste domingo, no segundo jogo da história da NFL na Espanha, o time ouviu a mesma questão, feita pelo Salão Oval, e o técnico Kevin Stefanski não hesitou: “Eu adoro. Adoramos estar aqui. Adoramos ser os anfitriões esta semana. Nos sentimos muito bem recebidos neste país. As pessoas têm sido incríveis.”

O técnico também entrou na discussão sobre quando viajar, que marcou a semana em Paris, com o Saints chegando na segunda e os Steelers só no fim da semana. Os Falcons desembarcaram em Madri na quarta e foram direto do avião para um treino leve, para os jogadores “tirarem o voo do corpo”. “Não sei se isso é considerado cedo, mas parece a quantidade certa de tempo”, disse. “Sempre viajei um pouco antes que a maioria. Mas, no fim das contas, quem jogar melhor no domingo vence.” Para ele, cada time tem o direito de escolher a sua estratégia, mas os benefícios de chegar antes são claros: adaptar-se ao fuso e passar alguns dias juntos como equipe. “E não faz mal estar numa cidade bonita como esta”, completou.

Jahan Dotson, dos Falcons, lembra gramado no Brasil: “As condições são para jogadores de futebol”

Stefanski ainda fez um convite aos espanhóis que acompanham a NFL e ainda não têm time: “Venham, por favor, juntem-se a nós”. O técnico disse saber que muita gente que não costuma assistir à liga vai estar de olho no jogo de domingo. “Eu sou suspeito, mas acho que é o melhor esporte que existe”, brincou. “Adoraríamos ver muito preto e vermelho andando por Madri.” E não economizou elogios ao running back Bijan Robinson: “Ele tem uma combinação incrível de velocidade, força e agilidade. Foi feito em laboratório. E, como pessoa, é ainda mais especial.”

COMPARTILHAR
Artigo anteriorJahan Dotson, dos Falcons, lembra gramado no Brasil: “As condições são para jogadores de futebol”
Editor-chefe do Salão Oval, maior plataforma de mídias destinada ao FABR, Social Media Journalist da FIVB (Federação Internacional de Vôlei) e Social Media Editor para a Premier League (Campeonato Inglês de Futebol). Realizei coberturas nacionais pelas cinco regiões do Brasil e também nos EUA (Mundial de Ohio) e Perú (1º Torneio Guerrero de Los Andes), sempre acompanhando o futebol americano nacional de perto. Narrador e comentarista para o futebol americano nacional em diversas ocasiões (BandSports, Fox Sports e Globo Esporte.com), fui também jogador da Lusa Lions (flag 2008) e do Corinthians Steamrollers (2009 a 2012).

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here